Ontem, depois que eu escrevi meu post, resolvi pesquisar um pouco mais sobre o assunto e acabei me deparando com novas velhas informação que eu ainda não havia lido.
Ontem eu comentei sobre um estudo apresentado no 93º encontro anual da Sociedade Endocrinológica Americana, mas já em seu 92º encontro anual, foi apresentado outro estudo que apresentava já fatos à favor da redução de carboidratos na dieta pró-emagrecimento.
O Dr. Raymond Plodkowski, MD, chefe de endocrinologia, nutrição e metabolismo da Escola de Medicina da Universidade de Nevada, afirmou em seu estudo que mulheres obesas com resistência à insulina perdem mais peso, depois de uns três meses com uma dieta pobre em carboidratos quando comparadas com uma dieta tradicional pobre em gordura contendo o mesmo número de calorias totais.
Pessoas que possuem resistência à insulina, metabolizam os carboidratos de forma anormal, podendo afetar diretamente a taxa de perda de peso. Ela pode estar relacionada ao diabetes, dislipidemia, doenças cardiovasculares, hipertensão, e outros distúrbios. A insulina estimula o mecanismo de captação de glicose pelas células dos tecidos, mas quando há resistência à ela, a ação deste hormônio é prejudicada e os tecidos não recebem glicose normalmente. Para compensar, o pâncreas passa, então, a produzir maiores quantidades de insulina, promovendo uma situação de excesso deste dela no plasma.
Como sabemos, o excesso de glicose é muito perigoso para todos, assim, um método prático para o corpo consumir este excesso de glicose é transformá-la em gordura e estocar para se utiliar em outro momento. Na situação onde há excesso de insulina é justamente isso que acontece. Simplificando: Insulina demais = Gordura demais.
No estudo do Dr. Plodkowski, que mulheres obesas com resistência à insulina foram separadas em dois grupos homogêneos e foram oferecidas duas dietas para redução de peso. Ambas continham o mesmo valor calórico. Uma tradicional com 60% de carboidratos, 20% de proteínas e 20% de gorduras, e outra pobre em carboidratos contendo 45% de carboidratos, 20% de proteínas e 35% de gorduras. No fim, todo mundo que participou perdeu peso, mas aquelas que consumiram a refeição contendo menos carboidratos emagreceram cerca de 21% à mais.
A meu ver, 20% é um valor consideravel, pois todas apresentavam níveis altos de insulina como complicador. Não foi dito nada sobre atividade física ou outros recursos capazes de aumentar o gasto energético. Assim, pode se considerar que este efeito é bem interessante.
Como disse ontem, quando se tem fundamento científico, você pode ver que muitas dietas vistas com preconceito, podem sim funcionar e promover bons resultados. Estudem que vocês irão descobrir muita coisa boa por aí.
Ontem eu comentei sobre um estudo apresentado no 93º encontro anual da Sociedade Endocrinológica Americana, mas já em seu 92º encontro anual, foi apresentado outro estudo que apresentava já fatos à favor da redução de carboidratos na dieta pró-emagrecimento.
O Dr. Raymond Plodkowski, MD, chefe de endocrinologia, nutrição e metabolismo da Escola de Medicina da Universidade de Nevada, afirmou em seu estudo que mulheres obesas com resistência à insulina perdem mais peso, depois de uns três meses com uma dieta pobre em carboidratos quando comparadas com uma dieta tradicional pobre em gordura contendo o mesmo número de calorias totais.
Pessoas que possuem resistência à insulina, metabolizam os carboidratos de forma anormal, podendo afetar diretamente a taxa de perda de peso. Ela pode estar relacionada ao diabetes, dislipidemia, doenças cardiovasculares, hipertensão, e outros distúrbios. A insulina estimula o mecanismo de captação de glicose pelas células dos tecidos, mas quando há resistência à ela, a ação deste hormônio é prejudicada e os tecidos não recebem glicose normalmente. Para compensar, o pâncreas passa, então, a produzir maiores quantidades de insulina, promovendo uma situação de excesso deste dela no plasma.
Como sabemos, o excesso de glicose é muito perigoso para todos, assim, um método prático para o corpo consumir este excesso de glicose é transformá-la em gordura e estocar para se utiliar em outro momento. Na situação onde há excesso de insulina é justamente isso que acontece. Simplificando: Insulina demais = Gordura demais.
No estudo do Dr. Plodkowski, que mulheres obesas com resistência à insulina foram separadas em dois grupos homogêneos e foram oferecidas duas dietas para redução de peso. Ambas continham o mesmo valor calórico. Uma tradicional com 60% de carboidratos, 20% de proteínas e 20% de gorduras, e outra pobre em carboidratos contendo 45% de carboidratos, 20% de proteínas e 35% de gorduras. No fim, todo mundo que participou perdeu peso, mas aquelas que consumiram a refeição contendo menos carboidratos emagreceram cerca de 21% à mais.
A meu ver, 20% é um valor consideravel, pois todas apresentavam níveis altos de insulina como complicador. Não foi dito nada sobre atividade física ou outros recursos capazes de aumentar o gasto energético. Assim, pode se considerar que este efeito é bem interessante.
Como disse ontem, quando se tem fundamento científico, você pode ver que muitas dietas vistas com preconceito, podem sim funcionar e promover bons resultados. Estudem que vocês irão descobrir muita coisa boa por aí.
Referência:
The Endocrine Society. "Cutting carbs is more effective than low-fat diet for insulin-resistant women, study finds." ScienceDaily, 21 Jun. 2010.

























































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